Leishmania brasiliensis: protozoário flagelado

  • Moléstia: Leishmaniose, úlcera-de-bauru;
  • Sintomas: ulcerações da pele, necrose de tecidos conjuntivos;
  • Hospedeiro intermediário: Plebotomus (mosquito-palha); transmissão através de picada;
  • Profilaxia: destruição do inseto.

Em humanos, leishmaniose pode ser

  • Cutânea difusa
  • Cutâneo-mucosa
  • Visceral (calazar)
  • Cutânea

1.Forma cutânea difusa

Lesões: ulcerativas ou nodulares com tendência à cura espontânea ou que podem se disseminar por todo o tegumento subcutâneo. Parasitas reproduzem-se rapidamente na lesão. Parasitas reproduzem-se rapidamente na lesão.

Parasitas: ½ anterior do intestino do flebotomíneo

Espécies: Leishmania mexicana, L. amazonensis

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  1. Forma muco-cutânea

Lesões: ulcerativas tegumentares com tendência à invasão  naso-buco-faríngea, causando mutilações. Parasitas reproduzem-se lentamente na lesão.

Parasitas: ½ posterior do intestino do flebotomíneo.

Espécies: Leishmania braziliensis, L. guyanensis, L. tropica

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3.Forma visceral ou calazar

Lesões: ulcerações superficiais tendem a desaparecer; acomete o fígado, baço e medula óssea pode evoluir para o óbito.

Espécies: Leishmania donovani, L. infantum, L. chagasi

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Medidas de prevenção:

  • Uso de repelentes, telas de proteção
  • Tratamento de sintomáticos e assintomáticos em regiões com alta incidência de flebotomíneos
  • Tratamento/exterminação de animais domésticos infectados

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